terça-feira, 21 de abril de 2015

Sem nome (ainda)...

Sou dona dos meus passos sobre folhas mortas, não me importa que esteja frio... minha alma agora está aquecida.
Não me incomodam as cores cinzentas... meus olhos enxergam alegres tons por toda parte e a realidade fica pra outro dia...

Caminhava enquanto sonhava e vi muitas borboletas, elas iam e viam do imensurado azul do céu e eu, mesmo sem asas voei até um lugar distante, fascinante... um jardim feito só pra mim. Não sei bem ao certo (ainda) o que eu encontrei por lá, mas me trouxe muita paz, leveza... como uma noite de sono sossegado, como construir castelos de areia sendo envolvida pela brisa do mar... Fechar os olhos e sentir vontade de sorrir, um sorriso inteiro, vindo da alma...
Estado este em que estou, embaraçoso, repleto de energias cósmicas e explosivas e com pitadas duma estranha ansiedade...

Que será isso?! Sem apressar meus passos nem frear meus sentimentos, descobrirei. Enquanto isso, sem pressa, vou bailando ao som desta suave melodia. 



*** A ausência de um título é a confirmação de que nem tudo que é real e arrebatador precisa ser mensurado e rotulado. Então... falta ar, falta um título.... mas sobram sensações.

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