Diante do teu ser eu ouço tudo e calo,
Lançando-me um olhar emite teu comando
Para que eu monte eu você, cavalgando
E pingue meu suor no meu viril cavalo.
E por mais que tu relute em sustentar por baixo
Minha massa corpórea e tremula e sua
Termina se rendendo a minha carne crua
Que pisa teu orgulho e te faz de capacho.
Meus olhos nada vêem, apenas o teu rosto
Que encosta em minha cara e faz da boca encosto
Depositando em beijos meu sonhado feno
Perdido, extasiado, domado e contrito
Tu puxa meus cabelos, me morde e grita
Fazendo-me gemer, colhendo meu doce veneno.