domingo, 25 de novembro de 2012

Amazona


Diante do teu ser eu ouço tudo e calo,
Lançando-me um olhar emite teu comando
Para que eu monte eu você, cavalgando
E pingue meu suor no meu viril cavalo.

E por mais que tu relute em sustentar por baixo
Minha massa corpórea e tremula e sua
Termina se rendendo a minha carne crua
Que pisa teu orgulho e te faz de capacho.

Meus olhos nada vêem, apenas o teu rosto
Que encosta em minha cara e faz da boca encosto
Depositando em beijos meu sonhado feno

Perdido, extasiado, domado e contrito
Tu puxa meus cabelos, me morde e grita
Fazendo-me gemer, colhendo meu doce veneno.


sábado, 17 de novembro de 2012

Necessidade...


Ela só precisa de alguém que acredite nela. Com um pouco de exagero, alguém capaz de pular de um penhasco para salvá-la, ou simplesmente, alguém que seja capaz de acender uma luz, quando todas as outras se apagarem.
Ela precisa de alguém que fique.


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